segunda-feira, 20 de setembro de 2010
imagens de Indígenas Brasileiros
domingo, 1 de agosto de 2010
Veja sobre o VII Macro-Jê e III Encontro Tupi
Maiores informações visite o SITE: http://www.encontrosdolali.unb.br/
"The staff of the Laboratório de Línguas Indígenas (Indigenous languages lab) of the University of Brasilia is very happy in hosting for the second time a Macro-Je Meeting and for the third time an International Meeting on Tupian Languages and Cultures, since these meetings have in the last years become two important forums for the discussion of scientific research on language and culture of the Macro-Je and Tupian peoples and have enhanced the interaction of linguists with anthropologists, archeologists, and other scholars, thereby stimulating a rich amplification of the knowledge on Macro-Je and Tupian languages and peoples.
In this opportunity we congratulate Prof. Dr. Ludoviko dos Santos on his initiative in organizing the Macro-Jê forum ten years ago. The Indigenous Languages Lab, which is a specific place in the University of Brasilia for the study of the Indian languages under the perspective of anthropological linguistics, with the realization of the 7th Macro-Jê will commemorate the ten years of this scientific forum.
Aryon Dall’Igna Rodrigues
Co-ordenador do Laboratório de Línguas Indígenas
Ana Suelly Arruda Câmara Cabral
Co-ordenadora do Laboratório de Línguas Indígenas
Instituto de Letras"
(Retirado do SITE http://www.encontrosdolali.unb.br)
Universidade de Brasília
terça-feira, 29 de junho de 2010
Acompanhem o GT da ANPOLL 2010 de Línguas Indígenas
Programação do GT de Línguas Indígenas
Coordenação: Marília Facó Soares (UFRJ)
Vice-Coordenador: Fábio Bonfim Duarte (UFMG)
Local: Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais
Dia 02/07/2010
Manhã
8.30h-8.40h- Abertura da reunião do GT
Temas: Fonética e fonologia. Reconstrução fonológica e gramatical; perspectiva
histórico-comparativa
Sessão 1: 8.40 – 10.30
8.40h a 9.00h - Um caso complexo de mudanças fonéticas na família Pano - Ana Suelly
Arruda Câmara Cabral (PPGL, LALI, NEAZ, IL -UnB/CNPq), Aryon Dall’Igna
Rodrigues (PPGL, LALI-UnB), Paulo Joaquim Maná Kaxinawá (PPGL, LALI-UnB)
Sanderson Castro de Oliveira (PPGL, LALI-UnB)
9.00h -9.20h – O Rikbaktsa no tronco Macro-Jê - Aryon Dall’Igna Rodrigues (PPGL,
LALI-UnB) , Ana Suelly Arruda Câmara Cabral (PPGL, LALI, NEAZ, IL -UnB/CNPq)
Andérbio Márcio da Silva (PPGL, LALI, IL-UnB) Lidiane Szerwinsk Camargos
(PPGL, LALI, IL-UnB) Sanderson Soares Castro de Oliveira (PPGL, LALI, IL-UnB)
9.20h- 9.40h - Considerações sobre o sistema pessoal do Proto-Jê - Aryon Dall’Igna
Rodrigues (PPGL, LALI-UnB), Ana Suelly Arruda Câmara Cabral (PPGL, LALI,
NEAZ-UnB/CNPq) Marcelo Jolkesky (UNICAMP / LALI-UnB), Maxwell Gomes
Miranda (PPGL, LALI-UnB)
9.40- 10.00h- Distinção de gênero na fala do homem e da mulher em línguas Tupí-
Guaraní, com foco especial em Zo’é, Parintintín, Kayabí, Apiaká, Asuriní do Tocantins
e Kamaiurá - Aryon Dall’Igna Rodrigues (PPGL, LALI-UnB), Ana Suelly Arruda
Câmara Cabral (PPGL, LALI, NEAZ-UnB/CNPq) Beatriz Carreta Corrêa da Silva
(PPGL, LALI-UnB) Palto Aisanain Kamaiurá (PPGL, LALI-UnB)
10.00h –10.30h - Discussão dos trabalhos
10.30h-11.00h - Intervalo - Café
Temas: Análise e teoria gramatical I – Construções e categorias gramaticais.
Categorização.
Sessão 2: 11 h -12.30
11.00h- 11.20h - A formação da antipassiva na língua Matis – Rogério Vicente Ferreira
(UFMS)
11.20h- 11.40h - As preposições do Kipeá: um estudo sobre a ecologia das relações
espaciais – Davi Borges de Albuquerque (UnB)
11.40h- 12.00h - Estrutura actancial em Mawé – Dulce do Carmo Franceschini (UFU)
12.00h-12.30h Discussão dos trabalhos
12h30 – Almoço
Tarde
Sessão 3: 14 h – 16.00h
14.00h -14.20h Classsificadores nominais em Yanomami – Tania Clemente de Souza
(UFRJ)
14.20h- 14.40h. Número em Sanapaná – Antonio Almir Silva Gomes (UNICAMP)
14.40h - 15.00h- A’uwe I’wamnari: a categoria de cores em Xavante – Wellington
Pedrosa Quintino (UNEMAT)
15.00h- 15.30h - Discussão dos trabalhos
15.30h-16.00h - Intervalo – Café
Temas: Análise e teoria gramatical II. Estrutura argumental, categorias
funcionais, traços, variação e comparação linguística
Seção 4 : 16.00h - 18.00h
16.00h- 16.20h – Os pronomes e seus traços em línguas da família Pano – Jaqueline dos
Santos Peixoto (UFRJ)
16.20h-16.40h - Subespecificação dos morfemas wa, te e ma em Xavante – Rosana
Costa de Oliveira (UFPB)
16.40 h – 17.00h Transitivização, intransitivização e estrutura argumental em Maxakalí
– Carlo Sandro de Oliveira Campos (UFMG)
17.00h- 17.30h - Discussão dos trabalhos
17.30- 17.50h - Relatório de atividades ligadas ao tema da variação linguística
(variação gramatical) – parte I : questões relativas ao tratamento do tempo -
Marília Facó Soares (UFRJ) (“Anáfora temporal”)
17.50h- 18.00h – Relatório em discussão
Dia 04/07/2010
Manhã
9.00h –9.20h Relatório de atividades ligadas ao tema da variação linguística
(variação gramatical) – parte II : questões relativas ao tratamento do foco
Marcia Damaso Vieira (UFRJ) (“O Indicativo II em foco”)
9.20h- 9.40h Relatório de atividades ligadas ao tema variação linguística (variação
gramatical) – parte III: questões relativas ao tratamento da estrutura argumental
Fábio Bonfim Duarte (UFMG) (“O agente-afetado e suas consequencias para a estrutura
argumental na língua Ka'apor”)
9.40h-9.50h - – Relatórios em discussão
Tema: Revitalização linguística
Seção 5
9.50h- 10.10h- Dois casos de revitalização linguística: Kokáma e Asuriní do Tocantins
– Chandra Wood Viegas (UnB) e Letícia de Souza Aquino (UnB)
10.10h. 10.20h – Discussão do trabalho
10.20h – 10.40h – Propostas de temas para o próximo biênio e moções para
encaminhamento à Assembléia Geral da ANPOLL
10.40h – 11.00h – Eleição da nova coordenação do GT
11.00h- Encerramento dos trabalhos
Laboratório de Psiciolinguística
http://www.labpsicoling.com/investigadores/index.html
quinta-feira, 17 de junho de 2010
A força do pensamento
Por Yuri Vasconcelos
Se você me permite, vou iniciar este texto sobre programação neuro linguística de uma maneira diferente. Antes de dar qualquer definição, dizer de onde veio e para que serve essa técnica de que tanta gente fala, proponho um exercício de mentalização. É assim: pense em alguém com quem você não se dá bem (como um vizinho ranzinza ou aquele colega de trabalho irritante). Agora, recorde-se da última vez que vocês se desenten deram. Faça um esforço e assista a essa cena de fora, como se fosse um filme. Note as reações de cada um. Tente perceber que recursos, como tolerância, paciência, confiança ou compreensão, teriam ajudado você a agir diferente naquela ocasião. Digamos que tenha faltado paciência. Tente então se recordar de outro momento em que você teve paciência de sobra. Lembrou? Então reviva esse momento como se ele estivesse acontecendo agora, sentindo a paciência (ou outro recurso que você escolheu) tomar conta de você. Transfira agora essa paciência de Jó para aquele outro você (aquele do filme, encrencado com o vizinho) e tente enxergar qual seria seu comportamento se você estivesse se sentindo assim, paciente, naquela ocasião. Aí vem a última etapa, que é pular para dentro do filme, reviver aquela situação difícil com seu vizinho, mas dessa vez agindo de maneira diferente e procurando sentir as diferenças provocadas em você e no outro por conta de sua mudança de postura. Pronto. Da próxima vez que encontrar essa pessoa, você poderá usar essa nova forma de comporta mento e, possivelmente, as divergências entre vocês dois vão diminuir. É o que diz a neurolinguística.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Notícias recentes
ONU diz que 90% dos idiomas indígenas desaparecerão em 100 anos
Um terço das 900 milhões de pessoas que vivem em extrema pobreza no mundo são indígenas, diz um estudo da Organização das Nações Unidas (ONU) publicado nesta quinta-feira.
Reportagem completa
Contrabando é apreendido em reserva indígena de Gramado dos Loureiros
A Brigada Militar flagrou um carregamento de contrabando em uma reserva indígena em Gramado dos Loureiros na manhã desta segunda-feira. A ação ocorreu durante as buscas aos integrantes da quadrilha que assaltou o Banrisul do município, na quarta-feira. Em dois veículos, com placas de Novo Hamburgo, foram apreendidos cigarros e equipamentos eletrônicos, entre eles DVDs, vídeo-games e computadores. Na ação, dois homens foram presos. Eles não teriam ligação com o grupo criminoso procurado pela polícia. Ambos devem ser encaminhados à Delegacia da Polícia Federal de Passo Fundo, conforme o tenente-coronel Gilceu Souza
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19/05/2010 14h53 - Atualizado em 19/05/2010 16h07
Manifestação indígena termina em conflito na Câmara
Uma manifestação de dezenas de indígenas acabou em conflito na Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (19). Segundo a segurança da Casa, os índios tentaram invadir o plenário após entrar na Casa por um anexo. Um líder dos indígenas afirmou que o movimento é pacífico e deseja apenas fazer reivindicações relativas à causa.
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terça-feira, 8 de junho de 2010
Redação
Outras referências sobre redação:
ABREU, Antônio Suárez. A arte de argumentar, Atelie Editoral, SP, 2007
CAMARGO, Thaís Nicoleti de. Uso da Vírgula. Manole, SP, 2005
MOISÉS, Massaud. Guia prático de redação. Cultrix, SP, 1961
JUNKE, Terezinha Kuhn. Pontuação.Editora UFSC, Florianópolis, 2002
MONTEMOR, Luís de.Sobre a Crase. HD Livros, Curitiba,2003
LUFT, Celso Pedro. A Vírgula. Ática, SP, 1985
Português para uso profissional - Normelio Zanotto - EDUCS, Caxias do Sul, 2003.
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Convite para Palestra na USP
Convido-os a assistirem à palestra da
Profa. Dra. Madalena Teixeira - Instituto Politécnico de Santarém, Portugal
"O ensino do português para falantes de outras línguas - contributo para o desenvolvimento de competências de escrita".
dia 11/6, às 14h30, na sala de reuniões da Casa de Cultura Japonesa
Abraços,
Rosane
--
Profa. Dra. Rosane de Sá Amado Diretora do Centro de Línguas/FFLCH
Docente da Área de Filologia e Língua Portuguesa Departamento de Letras
Clássicas e Vernáculas Universidade de São Paulo (11)3091-4876
www.fflch.usp.br/dlcv/lport
Dicas de inglês
domingo, 6 de junho de 2010
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Depoimento Ofayé
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Algumas leituras recomendadas
DAS LÍNGUAS INDÍGENAS BRASILEIRAS
Eduardo Guimarães
segunda-feira, 10 de maio de 2010
A farsa da nação indígena
Home » Revistas » Edição 2164 / 12 de maio de 2010
AntropologiaNa Bolívia, país de maioria mestiça, a ideologia que mistura |
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| "LADRÃO SERÁ LINCHADO" Os adeptos da Justiça comunitária espalham o terror com bonecos enforcados, como este, em La Paz |
Ao valorizar a Justiça comunitária, o nacionalismo indígena enfraqueceu a Justiça ordinária, "eurocêntrica", e deu o aval para que militantes do Movimento ao Socialismo (MAS), o partido do presidente, investissem contra seus desafetos impunemente. Com isso, a Bolívia tornou-se uma terra sem lei. Um caso recente é o do aimará Felix Patzi, ex-ministro da Educação do governo Morales. Apesar de estar em vantagem nas pesquisas para as eleições a governador do departamento de La Paz, de abril deste ano, não contava com o apoio de Morales. Flagrado dirigindo bêbado, foi condenado pela Justiça comunitária a fazer 1 000 tijolos. Além disso, teve a candidatura inabilitada. Se Patzi tivesse concorrido ao pleito e vencido, isso tampouco garantiria a sua posse. Em Achocalla, cidade a poucos quilômetros de La Paz que vive da produção de hortaliças, o mecânico Pedro Ninaja, um aimará, venceu as eleições para prefeito com 32% dos votos. O resultado foi divulgado no site da Corte Nacional Eleitoral no dia 10 de abril. Cinco dias depois, os números foram alterados para beneficiar o MAS. Votos de uma urna desapareceram. Ninaja reclamou para a Corte, sem efeito. "As pessoas de Achocalla sabem que é uma trapaça. Se continuar assim, Morales não conseguirá terminar o seu mandato", diz Patzi, que apoiou o cocaleiro nas últimas duas eleições presidenciais. Outras punições anunciadas como sentenças da Justiça comunitária são mais bárbaras. Em 2009, o ex-vice-presidente Victor Hugo Cárdenas, um aimará, teve a casa às margens do Lago Titicaca invadida por militantes do MAS. Ele escapou porque estava dando aulas na capital. Sua filha de 16 anos, seu filho e a esposa tiveram menos sorte e foram golpeados com pau e chicote. "A imagem de que esse governo defende os indígenas está desmoronando mais rápido do que se pensava", desabafa Cárdenas. "Os índios perceberam que a vida não mudou em nada, tampouco conseguiram alguma representatividade política."
A desilusão com a promessa de uma nação indígena pode ser aferida de várias formas. Quando iniciou seu mandato, em 2006, Morales contava com a adesão das quatro maiores organizações de índios do país. Já perdeu o apoio de duas delas: o Conselho Nacional de Ayullus e Markas do Collasuyo (Conamaq) e a Assembleia do Povo Guarani (APG). Uma terceira está dividida. É a Confederação Sindical Única de Trabalhadores Camponeses da Bolívia (CSUTCB). A perda de apoio entre os índios também pode ser confirmada pelo crescente número de bloqueios em estradas, greves e passeatas. Antes de assumir a Presidência, havia 55 protestos por mês no país, muitos deles organizados por Morales. A situação acalmou-se nos anos seguintes, já que o presidente controlava os baderneiros. Neste ano, contudo, os distúrbios populares voltaram a patamares semelhantes aos de 2005. Por fim, nas eleições regionais de abril, apesar de ter garantido o controle da maioria dos departamentos do país, o MAS só conquistou a prefeitura de três das dez maiores cidades. "Morales perdeu o monopólio do voto indígena", disse a VEJA o antropólogo Ricardo Calla, da Universidade da Cordilheira, em La Paz. "Sua antiga base agora está dividida, e há índios que se consideram de direita, de centro e de esquerda." Mais do que o retorno a um passado pré-colombiano idealizado, o nacionalismo indígena angariou fãs ao prometer um futuro de harmonia e prosperidade. Na Bolívia, a ascensão de uma ideologia assim é compreensível. Apesar de serem minoria no país, os índios formam 65% da camada mais pobre da população. Agora, eles começam a tomar consciência do fato de que foram enganados.
Aimará e humanista
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Apartheid indígena
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Açoitado até desmaiar
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Sem independência
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Indígenas têm acesso a novas tecnologias de educação
quarta-feira, 14 de abril de 2004
A utilização de tecnologias que facilitam o aprendizado a distância estão cada vez mais presentes na educação dos índios brasileirosFoi-se o tempo em que índio era quase sinônimo de isolamento. Neste começo de século XXI, os povos indígenas estão a cada dia mais integrados no mundo globalizado. As tecnologias que permitem o acesso à aprendizagem a distância facilitam a comunicação entre tribos situadas em territórios distantes. Para isso, tem contribuído a atuação da Secretaria de Educação a Distância do Ministério da Educação (Seed/MEC), que vem desenvolvendo diversas ações nas comunidades indígenas.
Um exemplo são os programas produzidos pela TV Escola, que divulgam a diversidade cultural dos índios brasileiros. Professores indígenas de sete estados (Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Pernambuco, Roraima, Acre e Rio Grande do Sul) passaram por cursos de capacitação para utilizar em sala de aula não só os vídeos da TV Escola, mas também o material impresso de uso pedagógico - e, assim, conhecer um pouco da história deles mesmos.
Gravada em 1999, a série de dez programas Índios do Brasil, da TV Escola, traça um perfil dos índios brasileiros, apresenta a sua relação com a natureza, mostra o problema da demarcação das terras, o contato com os brancos, as epidemias e os direitos do povo indígena. "A série é constantemente reprisada por ser ainda bastante atual", diz Kleber Gesteira, da Coordenação-Geral de Apoio às Escolas Indígenas do MEC. "Os programas atendem bem a uma das diretrizes do Plano Nacional de Educação, que é combater o preconceito e informar sobre as sociedades e culturas indígenas."
Além da série, o programa Salto para o Futuro, também veiculado pela TV Escola, todo ano organiza uma rodada de discussões sobre educação. Este ano, o tema é a formação de professores indígenas. Os debates devem ir ao ar na primeira semana de agosto. Outras produções agendadas para 2004 são os programas Mitos e Lendas Indígenas, com o roteiro já pronto, Formação do Professor Indígena e Povos Indígenas e Tolerância, os dois últimos ainda sem previsão de estréia.
Internet - A internet e o rádio são outras tecnologias que chegam às diferentes tribos. Escolas indígenas de sete estados (Bahia, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Pernambuco e Santa Catarina) começam a desenvolver projetos com o uso da informática. Organizações não-governamentais doam equipamentos e apóiam projetos. Oito escolas indígenas receberam, recentemente, computadores do Programa Nacional de Informática da Educação (ProInfo/MEC) e planejam o uso pedagógico da nova tecnologia.
Na Escola Estadual Indígena Bokimuju, em São João das Missões (MG), os computadores foram instalados no ano passado. Os dois mil alunos começam, este ano, a desenvolver trabalhos no laboratório de informática. Além de servir para o aprendizado pedagógico, os computadores, por meio da internet, facilitam a comunicação na comunidade. Antes, o único meio de comunicação na reserva era o orelhão, em frente à sede da escola.
Professores de quatro escolas indígenas de Mato Grosso e do Mato Grosso do Sul estão sendo capacitados para utilizar a linguagem radiofônica em sala de aula. O projeto-piloto Educom.Rádio, uma parceria entre a Seed e a Universidade de São Paulo (USP), tem a meta de capacitar professores de 70 escolas do Centro-Oeste em 2004. "O rádio é um instrumento que resgata a oralidade, e como a cultura oral é bastante forte nas comunidades indígenas, ele poderá ser muito bem usado como instrumento pedagógico e meio de expressão'''', diz a coordenadora de Comunicação do Núcleo de Comunicação e Educação da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, Cláudia Lago.
Brasil indígena - Em todo o Brasil, há 414 mil índios vivendo em terras indígenas distribuídos em 220 grupos. Hoje, eles representam apenas 0,24% da população brasileira. Há atualmente cerca de 7 mil professores nas 2.079 escolas indígenas, sendo 85% deles de origem indígena. Desde a década de 70, os índios já lecionavam. Mas só a partir da Constituição de 1988 e da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, de 1996, é que passaram a ser reconhecidos legalmente em suas diferenças e peculiaridades. O Referencial Curricular Nacional para as Escolas Indígenas, lançado em 1998 pelo MEC, reafirmou o direito ao ensino bilíngüe e a um currículo que privilegia os conhecimentos, os costumes, a história e as necessidades de cada nação indígena.
Fonte: MEC
domingo, 2 de maio de 2010
Revista da PUCRS - Séculos Indígenas no Brasil
| Link: http://www.pucrs.br/edipucrs/nepci/frame.htm Capa |
| Conselhos |
| Folha de rosto |
| Créditos |
| A dignidade da nação brasileira repousa na sobrevivência dos índios |
| A imagem da cultura indígena brasileira |
| Universidade e carnaval |
| Apresentação |
| I - Brumas, imagens e histórias |
| II - O verde e o verbo – homem e ambiente na fala dos seus amantes |
| III - “...Surpreenderá a todos não por ser exótico, mas pelo fato de poder ter sempre estado oculto quando terá sido o óbvio” |
| IV - Urbis, Peri, peri-urbano |
| V - Outras ocas, múltiplas palavras |
| VI - Indexação do acervo de imagens |
| VII - Referências bibliográficas e créditos complementares |
| VIII - Agradecimentos |
| Contra-capa |
domingo, 25 de abril de 2010
sábado, 24 de abril de 2010
Concurso Público em MS
Edital 54/2010 – Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico
quarta-feira, 7 de abril de 2010 17:26
138 vagas distribuídas em Aquidauana, Campo Grande, Corumbá, Coxim, Ponta Porã e Três Lagoas.
Inscrição: 07 de abril a 02 de maio de 2010.
Taxa de inscrição: R$ 53,00.
Prova escrita: 23 de maio de 2010.
Anexo II – Conteúdo Programático
Recuperar código de acesso por CPF / por RG
Quando não houver indicação de horário de Brasília, a referência de horário a ser considerada é o horário local de Mato Grosso do Sul.
INSCRIÇÃO NO QUADRO ABAIXO
ATENÇÃO: Antes de efetivar sua inscrição, LEIA ATENTAMENTO O EDITAL. Ao se inscrever, estará concordando com os termos nele contidos.
Contato: derhu@utfpr.edu.br
terça-feira, 20 de abril de 2010
EDUCAÇÃO
DIA DO ÍNDIO
A FUNASA (Fundação Nacional de Saúde) de Mato Grosso do Sul, através da Casa de Apoio à Saúde Indígena (CASAI), comemora hoje (segunda-feira) o “Dia Nacional do Índio”, que são homenageados no dia 19 de abril. A recepção iniciou às 10h com um farto café da manhã, servido a todos os pacientes e funcionários. Estavam presentes enfermeiros, psicólogos, a chefe da CASAI Maria Almeida e o Chefe do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Nelson Olazar.
A CASAI atende pacientes indígenas das 75 aldeias espalhadas por todo o Estado que estão em fase de tratamento ou acompanhamento médico. Recebendo em média 45 pacientes diariamente, a instituição oferece também aos acompanhantes, 5 refeições diárias divididas entre café da manhã, almoço, lanche da tarde, jantar e ceia. Atualmente, são 33 leitos disponíveis à pacientes que precisam se hospedar, sala de TV com biblioteca e brinquedoteca para as crianças.
De acordo com a responsável pela Casa de Apoio à Saúde Indígena Maria Almeida, essa recepção em comemoração ao Dia do Índio é muito importante para a auto-estima dos indígenas: “Fazemos questão de comemorar junto aos pacientes, essa é uma data muito especial e que não devemos deixar passar sem ser lembrada, eles ficam felizes e satisfeitos”, ressalta.






